4º Dia dos International Six Days 2017
Na quarta jornada dos International Six Days 2017 a chuva chegou a Brive-La-Gaillarde durante a noite e tornou os cerca de 250 quilómetros do novo percurso e as suas especiais mais escorregadias, com as mesmas a secarem ao longo do dia depois da manhã ter presenteado os sobreviventes com temperaturas mais amenas e a ausência do pó que tantas dificuldades tem causado aos pilotos.
Nas contas globais as três selecções nacionais mantiveram as suas posições sendo que a equipa sénior manteve a quarta posição com os cinco minutos de vantagem para os quintos, os britânicos. Neste quarto dia Luis Oliveira foi o melhor representante luso numa ronda onde Diogo Ventura sentiu mais dificuldades com as especiais mais escorregadias. Gonçalo Reis trocou de suspensão na sua moto e esteve mais à vontade e João Vivas manteve o ritmo que evidencia desde o dia de arranque da prova, com os lusos a ocuparem uma posição de destaque que os faz sonhar com um bom resultado final antes do penúltimo dia de competição.
Os juniores resistem ás dificuldades da prova - Tomás Clemente está a fazer a sua segunda participação nos ISDE e Manuel Teixeira é estreante - e seguram a 13ª posição, com as senhoras a mostrarem toda a sua garra na sétima posição para serem mesmo a grande surpresa entre os portugueses. Rita Vieira, Bruna Antunes e Flávia Rolo evidenciam no corpo a dureza da prova - especialmente com as bolhas nas mãos - e os restantes pilotos lusos não têm negado elogios e admiração pelo feito do aguerrido trio que continua em prova.
Amanhã os sobreviventes destes ISDE em Brive-La-Gaillarde vão enfrentar novamente o percurso de hoje com um total de 223 quilómetros no vale de Vézère. Será o derradeiro dia a 'sério' antes da especial final que encerrará a prova no próximo Sábado. Será o dia do tudo ou nada para os lusos que têm como melhor resultado na história das suas participação o quarto posto obtido em 1999 quando a prova se realizou pela primeira vez no nosso país.
CLASSIFICAÇÕES APÓS DIA 4